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Nova tecnologia evita o corte de coberturas metálicas para a instalação de telhas translúcidas

Solução foi patenteada por empresa catarinense


São Bento do Sul, SC – Cobrir galpões com telhas metálicas contínuas e sem emendas (zipadas) é uma solução consolidada. Há um bom tempo também os construtores incluem nessas coberturas algumas telhas e domus translúcidos de policarbonato, com o intuito de aproveitar a luz natural. Ocorre que essa alternativa pode requerer o corte da cobertura, o que reduz a sua estanqueidade, além de facilitar o surgimento de áreas onde a água fica represada. Com o aumento da demanda por grandes galpões logísticos e, em paralelo, a crescente preocupação com a conta de energia, empresas do segmento de cobertura começaram a pesquisar alternativas para evitar o seccionamento do telhado metálico e manter a área com iluminação natural. A que chegou mais próxima da solução – inclusive, já a patenteou – foi a catarinense Planefibra.

Fabricante de telhas, domus e sistemas de ventilação, a Planefibra desenvolveu uma telha de compósitos – material também conhecido como plástico reforçado com fibras de vidro (PRFV) – tão translúcida quanto a de policarbonato, mas que pode ser usada em conjunto com a telha metálica sem a necessidade de corte do telhado. “Criamos um sistema denominado Ziplan®, que é composto por telhas translúcidas de PRFV com bordas metálicas, característica que possibilita a união a outros tipos de telhas pelo processo de zipagem e sem a necessidade de corte”, explica Valério Heuchling, gerente comercial da Planefibra. Para unir a telha de PRFV à borda metálica, a Planefibra utiliza um adesivo estrutural, o mesmo material usado na colagem de carrocerias de ônibus e cascos de lanchas.

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